Avanços e desafios da implantação das práticas integrativas e complementares na atenção primária à saúde no Brasil
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Palavras-chave

Terapias Complementares
Atenção Primária à Saúde
Estratégia Saúde da Família
Implementação de Plano de Saúde
Sistema Único de Saúde

Como Citar

1.
Silva CSSL da, Altino R de C, Alquati RNS, Camacho AG, Pinto EG, Romão HN, et al. Avanços e desafios da implantação das práticas integrativas e complementares na atenção primária à saúde no Brasil. Glob Coll Health [Internet]. 5º de setembro de 2026 [citado 28º de setembro de 2026];2(1):e33. Disponível em: https://globalcollectivehealthjournal.com/index.php/globcollhealth/article/view/36

Resumo

A Atenção Primária à Saúde constitui o principal ponto de oferta das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) no Sistema Único de Saúde (SUS), mas seu processo de implantação permanece marcado por avanços desiguais e desafios estruturais. Objetivo: analisar os avanços e os desafios da implantação das PICS na Atenção Primária à Saúde no Brasil, à luz da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC). Metodologia: revisão narrativa da literatura, com busca em bases indexadas (SciELO, LILACS, PubMed) e documentos oficiais do Ministério da Saúde, publicados entre 2006 e 2026. Resultados e discussão: observou-se expansão progressiva da oferta de PICS via Estratégia Saúde da Família e Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), impulsionada, em grande parte, pelo protagonismo individual de profissionais. Persistem, contudo, obstáculos relacionados à ausência de financiamento federal específico, à precariedade de infraestrutura e insumos, às lacunas na educação permanente, à fragilidade dos sistemas de registro e monitoramento e à resistência do modelo biomédico hegemônico. Considerações finais: a consolidação das PICS na atenção primária depende da superação de barreiras de financiamento, formação e gestão, bem como do reconhecimento institucional pleno dessas práticas como componente estruturante, e não complementar, do cuidado integral no SUS.

 

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Referências

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